A leitura dá-me a mão quando caminho acompanhado por um pensamento inquieto. O encontro completa-se ao percorrer caminhos desafiantes, sempre estimulantes. As ideias, continuamente fecundas, apresentam-se teimosamente inacabadas. O mundo real revela-se como uma curiosa ironia, feita de camadas ocultas, contradições e obscuridades. A esperança não se perde: permanece, aguardando novas interpretações e formas de compreender. Como o tempo e a realidade nos vão ensinando, o vício não precisa de conserto; deve ser entendido, antes, como um impulso que gera movimento, aprendizagem e transformação coerente. É por isso que vou persistindo…
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