O nosso tempo não é apenas o que passa. É o que se torna
experiência vivida, onde se sente, se reconhece e se transforma, um tempo que
resiste ao imediato e faz da subjetividade um valor humano em permanente
cultivo, aceitação e devir.
É nesse tempo que nos fazemos, e nos tornamos capazes de nos reconhecer como humanos. Eis o meu grito, e o argumento que o sustenta.
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